Voltar ao trabalho depois que a vida nasce dos seus braços é como aprender a respirar de um jeito novo.

O peito aperta, a saudade escorre, mas o amor, ah… o amor não diminui.
Ele se espalha.
Segue em cada beijo de bom dia, em cada pensamento entre uma tarefa e outra, em cada volta pra casa com olhos cheios de querer.

Não se culpe por seguir.
Seu filho não precisa de uma presença inteira todos os minutos, ele precisa de um amor inteiro — e isso, você já dá de sobra.
Você é abrigo, mesmo de longe.
É colo, mesmo em silêncio.
É mãe, mesmo com os pés no mundo.
E isso é tudo.